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quinta-feira, 28 de abril de 2016

Contabilidade criativa e o monge Pacioli

Nesta semana foi comemorado o Dia do Contabilista. Nada mais importante que apresentar a evolução da contabilidade brasileira. Devemos lembrar que foi graças a grande capacidade de resistência e competência técnica que as empresas conseguiram sobreviver durante um período em que o país vivia sob elevada inflação, distorcendo de forma relevante as demonstrações que eram apresentadas ao mercado.
Neste momento voltamos a viver sob a ameaça de inflação, causada principalmente pelo descontrole das taxas públicas e desacertos da política econômica agravados pela crise de ética e moral pela qual passa este Governo. Felizmente parece dar seu brilho a luz emanada por ações coordenadas do Ministério Público, da Polícia Federal e de um Juiz célere em suas ações de julgamento e banimento dos corruptos e corrompidos, especialmente nessa operação denominada de “Lava Jato”.
É preciso ficarmos atentos para os atos que visam usar de forma indevida a contabilidade, distorcendo seus princípios e objetivos de informação pública e, principalmente, aos gestores das entidades.
Parabéns contabilistas pelo seu dia. Perseverem sempre! 

Os subterfúgios destinados a alimentar desvios envergonhariam o franciscano
Mais que nunca, a máxima "não existe corrupção sem corruptores" precisa ser tratada como mote a ser respeitado e seguido. Vivemos momento de transformação do País, em que não podemos relegar nossos valores mais éticos e nosso comportamento moral a um segundo plano.
A cada dia, conhecemos pela imprensa relatos de que conceituadas empresas brasileiras vinham se valendo de recursos criativos de contabilidade e de subterfúgios orientados a escamotear atos, ações e processos destinados a alimentar desvios e a corrupção de agentes públicos e privados.
O que vemos no dia a dia de algumas empresas é certamente um exemplo que envergonharia profundamente o monge franciscano Luca Pacioli, o pai da contabilidade moderna, que, no longínquo século 15, criou o chamado método de partidas dobradas, preparando as bases para as atuais Ciências Contábeis.
Vivemos, também, em um mundo globalizado, em que países que não toleram a desigualdade de oportunidades vêm criando leis que extrapolam limites das fronteiras nacionais na perseguição daqueles que se dedicam a malfeitos. É o caso do FCPA (Foreign Corruption Practice Act), dos EUA, e do BA, (Bribery Act), do Reino Unido. Sem sucesso, lamentavelmente, o Brasil vem reforçando o arcabouço legal dedicado ao combate à corrupção nas corporações, como no caso da Lei 12.846, sancionada em 2013.
Os sistemas de controle de desvios contábeis têm evoluído e reduzido chances de gestores desviarem do caminho da retidão e da responsabilidade nas finanças corporativas. Mesmo assim, profissionais e empresários pouco éticos valem-se da criatividade e da desfaçatez para enganar órgãos de controle e o fisco.
Diante do quadro de insatisfação, é preciso que cada um de nós decida não pactuar com as mazelas que tanto mal fazem às instituições. Não aceitamos mais que a corrupção seja protagonista em nossas vidas. O momento é de prezar pela honestidade, pela valorização das relações comerciais limpas, pela correção na gestão pública e privada. As empresas, assim como as pessoas, precisam zelar por suas responsabilidades. Não só argumentar que a única forma de sobreviver no mercado é "agindo incorretamente como os outros". Isso não é verdade definitiva. Empresas e pessoas que não transigem da honestidade e da correção existem e, em geral, além de exemplos de atuação, são as que acabam conquistando melhores resultados e, o mais importante, o respeito de toda a sociedade.
É hora de virar a página de passado que precisa ser apagado de nossos costumes.
A corrupção está entre os piores males que corroem as estruturas de uma nação. Temos de lembrar, sempre, que nossas atitudes e ações são a base da transformação daquilo que tanto mal tem feito ao Brasil. Que todos nós lutemos e atuemos por uma sociedade melhor e mais honesta, e que tenhamos a consciência de que o fim da corrupção depende de nossas próprias atitudes.
José Osvaldo Bozzo é consultor tributarista e sócio da MJC Consultores
Postado em 27/04/2016 - Fonte: DCI - SP

domingo, 14 de fevereiro de 2016

PARA SABER E DIVULGAR, SE QUISER !!!!!.

Repasso com os comentários recebidos.
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É um "malfeito" atrás do outro. Quando tanta bandalheira vai acabar?
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NÃO DEIXE LER, POIS CONTEM DETALHES INTERESSANTES...
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O rompimento das barragens em Minas Gerais provocou uma avalanche de publicações no sentido de tentar fazer a sociedade ver a tragédia como resultado do capitalismo, já que a Vale, controladora da Samarco, é apresentada como uma empresa privada − privatizada por FHC!

Se considerarmos que um partido político é uma instituição privada, sim, a Vale foi privatizada. A Vale é do PT. A Samarco também.

O processo de tomada do controle da Vale pelo PT é muito bem descrito num dos capítulos do livro Reinventando o Capitalismo de Estado, de Aldo Musacchio e Sergio Lazzarini.

Um resumo:

A privatização da Vale promovida por Fernando Henrique Cardoso em 1997 foi parcial. O governo vendeu pouco mais de 41% das ações da empresa para a Valepar, holding que na época era liderada pelo empresário Benjamin Steinbruck. Porém, o governo manteve o controle das golden shares, ações que lhe davam poder de decisão em vários assuntos, por exemplo, sobre os objetivos da empresa.

No ano de 2001, o conselho de administração da Vale aprovou a nomeação de Roger Agnelli como CEO da empresa. Um ano depois, a privatização foi concretizada com o BNDES vendendo 31,5% de sua participação. No entanto, no ano seguinte, 2003, início do governo Lula, o mesmo BNDES recomprou 1,5 bilhão em ações da empresa. Nesse mesmo ano, Lula apadrinhou a nomeação do ex-sindicalista e ex-vereador petista Sergio Rosa (hoje investigado pela Operação Lava Jato) como CEO do Previ, o fundo de pensão do Banco do Brasil.

Sob a liderança de Agnelli, a Vale deu um salto de produtividade, de rentabilidade, de admissão de funcionários e de pagamento de impostos e de royalties.

A partir de 2009, o grupo que reúne fundos de pensão de empresas estatais controlados pelo PT (Previ, Petros e Funcef) se utilizou da Litel, holding criada por eles mesmos, para assumir o controle da Valepar e por meio dela obter 49% das ações da Vale, o que somados aos 11,5% que já estavam nas mãos do BNDESPAR, braço de investimentos do BNDES, deu ao PT o controle sobre mais de 60% das ações da empresa.

Começou, então, a pressão de Lula sobre Agnelli para que a Vale fizesse mais investimentos no Brasil, principalmente na aquisição de siderúrgicas e na encomenda de navios, mesmo que os similares estrangeiros custassem a metade do preço.

Lula também tentou fazer um certo Eike Batista chegar à presidência da Vale. Não conseguindo, tentou substituir Agnelli por Sergio Rosa. Também não conseguiu.

A despeito das pressões, Agnelli continuou seus projetos na Vale, incluindo a encomenda de navios na China e na Coreia do Sul, o que enfureceu Lula. Em 2011, logo após a Vale registrar um lucro trimestral quase 300% acima do trimestre anterior, Agnelli foi demitido.  Seu sucessor e atual presidente, Murillo Ferreira, foi indicado por Lula – e até dois meses atrás, Ferreira também ocupava uma cadeira no conselho de administração da Petrobrás. Desde então, os rumos da Vale são ditados pelos interesses do PT.

Ignorando normas de licitação e do TCU, a mineradora firmou diversos contratos com empresas beneficiadas pelo programa de proteção e de incentivo à indústria nacional iniciado por Lula e que, obviamente, formava o grupo de financiadores (Odebrecht, por exemplo) de seu partido e de todos os movimentos que o apoiavam.

Não por acaso, desde então, a Vale vem registrando perdas. Hoje, a Litel tem, sozinha, 52,5% das ações da Vale.

Em tempo: Todos os setores que foram beneficiados pelo protecionismo do PT estão hoje em colapso e todos os fundos de pensão de empresas estatais controlados por petistas estão deficitários.

Três perguntas:
O grupo que detém o controle acionário da Vale não seria o maior responsável pelos projetos de suas empresas?

O governo não foi negligente na concessão de alvarás e na fiscalização?

O PT, que controla a Vale, que governa Minas Gerais e o Brasil não tem nada, absolutamente nada a ver com isso?

E assim, mais uma vez, nos deparamos com a razão de o estado não poder participar do mercado. Quando participa, o próprio estado se torna o mais interessado em abafar as responsabilidades em caso de incompetência e de negligência, deixando a sociedade completamente desamparada institucionalmente. As pessoas que perderam suas casas, suas fontes de renda e familiares na tragédia com toda certeza ouvirão muitas promessas do governo e talvez recebam algum dinheiro, mas a probabilidade é de que não verão ninguém sendo punido.

A realidade que deveria ser vista pela sociedade é que a maioria das grandes empresas brasileiras está sob influência direta ou indireta do governo, essas empresas estão sujeitas aos interesses de militantes do PT e de políticos de sua base aliada que geram lucros para si mesmos e prejuízos para a sociedade. Os bancos, os fundos de pensão e as agências regulatórias do estado não passam de instrumentos políticos. Para saber quais são as empresas que estão sob o controle do PT, basta checar seus quadros acionários, os benefícios fiscais, a quantidade de dinheiro que receberam do BNDES e os valores que doaram aos partidos nos últimos anos.

Se estivéssemos num país regido pelo livre mercado, a Samarco e a Vale seriam empresas realmente privadas e suas responsabilidades nesse acidente seriam realmente levantadas, julgadas e punidas, já que o governo não teria interesse em livrá-las do peso da justiça. Se fossem privadas, o estado iria com toda sua força contra as empresas. Se fossem privadas, alguém iria para a cadeia.

Como se fosse pouco mortes e prejuízos ambientais, a tragédia também levará consigo muitos bilhões de reais investidos pelos fundos de pensão que controlam as duas empresas, ou seja: os prejuízos serão estendidos aos funcionários da Caixa, da Petrobrás e do Banco do Brasil.

Um acidente como o ocorrido em Minas poderia ter acontecido com qualquer empresa e em qualquer lugar do mundo, como já ocorreu tantas vezes, porém, o caso em questão evidencia mais uma vez que a participação do Estado na Economia potencializa a impunidade. Ninguém será punido pela tragédia em Minas, assim como ninguém foi punido pelos acidentes nas plataformas da Petrobrás nem pelos prejuízos sociais e ambientais provocados pela falência das empresas de Eike Batista, o ilustre filho bastardo das políticas "desenvolvimentistas" do PT.

Para evitar problemas, dias depois da tragédia em Minas, Dilma assinou o decreto 8572 que diz que "...considera-se também como natural o desastre decorrente do rompimento ou colapso de barragens que ocasione movimento de massa, com danos a unidades residenciais". Com uma simples canetada, Dilma tirou da Samarco e da Vale toda a responsabilidade sobre a tragédia.


segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

FOI DECRETADO O “HOLOCAUSTO ECONÔMICO BRASILEIRO” E PRATICAMENTE NINGUÉM FICOU SABENDO


Decisão é uma derrota para a Petrobrás, que está sendo processada nos EUA

Hoje é um dia emblemático para o Brasil, um dia triste e que vai passar em branco para a população para não criar pânico. Acontece que a corte dos EUA autorizou a abertura de processos grupais contra a Petrobras, que arruinou fundos de pensões americanos devido à quebra da empresa pela corrupção e má administração. Os americanos estimam que a corrupção no Brasil gerou um rombo de US$ 28 bilhões o que em reais atinge perto R$ 130 bilhões, alegam também que os balanços foram mentirosos e fraudulentos.

Além da corrupção, a má gestão condenou a Petrobras à um atoleiro de dívidas que chegam a R$ 600 bilhões. Com os processos autorizados hoje e as dividas, as indenizações e ressarcimentos podem chegar na casa astronômica dos R$ 1,5 trilhão. Isso vai trazer ainda mais recessão e crise para o Brasil e mais uma vez quem vai pagar será a população, porque para quitar o rombo da Petrobras, o governo terá que aumentar a arrecadação, penalizando ainda mais quem produz e extorquindo ainda mais dinheiro do trabalhador, gerando um empobrecimento para o país que vai repercutir em todos os ramos da economia e da cadeia produtiva. Até quando vamos tolerar isso?

O juiz dos Estados Unidos responsável pelas ações judiciais da Petrobrás em Nova York, Jed Rakoff, negou pedido da empresa brasileira e vai permitir que investidores que aplicaram em bônus e em ações da empresa brasileira processem a petroleira em grupo.

Ao publicar a decisão, de 49 páginas na noite desta terça-feira, Rakoff negou o pedido da Petrobrás, que queria impedir a formação de classes em seu processo, em uma tentativa de minimizar o tamanho do litígio em Nova York, reduzindo assim o montante de uma eventual indenização a ser paga aos investidores. A empresa queria ainda limitar o período coberto pela ação judicial, também negado pelo juiz.

Rakoff certificou duas categorias diferentes de investidores, os que compraram bônus de renda fixa em duas ofertas da Petrobrás no mercado internacional, em 2013 e 2014, e os que adquiriram American Depositary Receipts (ADRs, na sigla em inglês), que são recibos que representam ações da Petrobrás e listados na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE).

Os fundos de pensão do Havaí e da Carolina do Norte vão ser os representantes na Corte dos investidores que compraram bônus e o fundo de pensão inglês Universities Superannuation Scheme (USS) dos que aplicaram em ADRs. O escritório de advocacia Pomerantz será o responsável legal pelas duas classes. "Os interesses de classes estão alinhados e a mesma má conduta da empresa é alegada nas duas demandas", afirma o juiz.

A alegação dos investidores é que a Petrobrás descumpriu regras do mercado de capitais dos EUA ao não divulgar corretamente informações sobre o esquema de corrupção na empresa. Quando as informações se tornaram públicas e passaram a ser investigadas pela Operação Lava Jato, os papéis da companhia tiveram forte queda no Brasil e no exterior.

Ao pedir que o juiz impedisse a formação de classes, a Petrobrás alegou que um grande número de investidores individuais "sofisticados" entrou na corte com processos próprios, uma das razões que não justificaria as ações coletivas. O juiz concordou com a primeira parte do argumento, pois 28 processos individuais deram entrada na Corte em 2014, mas vê a necessidade de que haja a ação coletiva, pois os papéis da Petrobrás são negociados por milhões de investidores ao redor do mundo.

"Foi uma vitória significativa a decisão publicada pelo juiz", afirmou o advogado do Pomerantz, Jeremy Lieberman, em um comunicado. "A fraude conduzida pela Petrobrás durante o período da ação coletiva tem retirado bilhões de dólares em valor para o acionista, bem como prejudicado a estrutura política e econômica do Brasil, uma das maiores economias do mundo", completa o advogado.

Prazo. O período da ação para quem comprou ADR foi aumentado em quatro meses. No processo inicial, era de janeiro de 2010 a março de 2015, mas agora vai até julho do ano passado. A Petrobrás queria que o período terminasse em março, alegando que quem comprou papéis da companhia depois daquele mês já sabia das denúncias de corrupção e, portanto, não faria sentido incluir na ação judicial.

Já os advogados dos investidores alegam que a empresa brasileira publicou mais "informações falsas e enganosas" depois de março, sobretudo no balanço auditado divulgado em abril e no qual estimou perdas de US$ 2,5 bilhões com as denúncias de corrupção.

Os investidores questionam esse valor e afirmam que as perdas ficaram em US$ 28 bilhões. "A decisão de Rakoff representa um marco significativo nos esforços dos investidores para recuperar uma parte significativa das perdas sem precedentes sofridas pelos requerentes", afirma Lieberman.

Via: Estadão

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Fábula europeia

Faz algum tempo que ouvimos a história de que o Brasil seria o país da MERITOCRACIA... Será que você se lembra? Vejam este relato que recebi, avaliem e coloquem seus comentários. Afinal, se quisermos ter alguma mudança deveremos iniciar por nós mesmos. 


Um cidadão europeu me mandou a seguinte narrativa: Eu comprei uma casinha, destas de alimentar pássaros ..
Pendurei-a na varanda e a supri com ração. Ficou uma beleza, carinhosamente não deixei faltar as sementinhas.  Dentro de uma semana, tivemos centenas de aves que se deleitavam com o fluxo contínuo de comida livre e facilmente acessível. 
Mas, então, os pássaros começaram a construir ninhos nas beiras do pátio, acima da mesa e ao lado da churrasqueira. 
Depois veio o cocô. Estava em toda parte: nas cadeiras, na mesa, em tudo! Algumas aves mudaram até de ideia. Tentavam me bombardear em voo de mergulho e me bicar, apesar de eu ser seu benfeitor.
Outras aves faziam tumulto e eram barulhentas. Elas se sentaram no alimentador e a qualquer hora exigiam ruidosamente mais comida quando esta ameaçava acabar. Chegou uma hora que eu não conseguia mais sentar na minha própria varanda.
Então, eu desmontei o alimentador de pássaros e em três dias acabaram indo embora. Eu limpei a bagunça e acabei com os ninhos que fizeram por todos os lados. Assim tudo voltava ao que costumava ser... calmo, sereno... e ninguém exigindo direitos a refeições grátis.
E o remetente da história conclui: Nosso governo dá a comida de graça a que precisa, habitação subsidiada, assistência médica e educação gratuita; permite que qualquer pessoa nascida aqui receba automaticamente a cidadania.
Aí os ilegais chegaram às dezenas de milhares. De repente, os nossos impostos subiram para pagar os serviços gratuitos; pequenos apartamentos estão abrigando cinco famílias; você tem que esperar 6 horas para ser atendido numa emergência médica; seu filho, cursando o segundo grau, está a procura de outra escola, porque mais da metade da sua classe não fala a nossa língua.
As caixas de cereais matinais agora vêm com rótulos bilíngues. Sou obrigado a usar teclas especiais para poder falar com o meu banco no nosso idioma e a ver pessoas estranhas acenando bandeiras, que não são a nossa, e as ouvir berrando e gritando pelas ruas, exigindo mais direitos e liberdades gratuitas.

É apenas a minha opinião, mas talvez seja hora de o governo desmontar o alimentador de pássaros.blog criar

sábado, 8 de agosto de 2015

ACORDOS DO MUNDO FINANCEIRO

Ainda estamos passando pela crise da Grécia!

Até hoje ainda não se sabe qual a origem de sua queda vertiginosa... Claro que há uma questão que nos salta aos olhos, decorrente da "melhor vida" que o povo passou a ter depois das enxurradas de recursos financeiros que migraram para lá. A questão relevante é: Com quais objetivos? Para quais finalidades? Quem analisou e aprovou o ingresso desses recursos e os projetos que - supostamente - lhes dava a necessária "cobertura", nos termos internacionais de empréstimos...

Muitos se beneficiaram com esses recursos. Na realidade: MUITO POUCOS! Se tivesse havido, de fato, benefícios a todos a Grécia não estaria em crise hoje.

A grande crise foi dos bancos, portanto. Que safaram-se dela mediante a transferência de seus crédito micados para o Governo que, sem recursos disponíveis, deixava de honrar seus compromissos com o FMI, BCE e outros, normalmente oficiais.

As crises são, quase que sempre, de natureza financeira. Um banco deixa de realizar seus créditos (mesmo depois de ter ganho muito com a modalidade) e deixa de pagar seus compromissos. Seus credores acabam criando um fato político que é resolvido com a assunção da "parte podre" pelo Estado. Ou seja, quando um banqueiro vai mal todos os cidadãos acabam assumindo uma parcela das perdas apontadas pelo Banco.

E, ainda, os Bancos Mundiais (FMI, BCE, FED, ETC.) recomendam essa ação para que não haja uma "Crise Sistêmica (efeito dominó)". Com base nesse terrorismo e em seu poder vão obrigando os países a contraírem novos empréstimos para pagarem juros vencidos, aumentando o estoque de dívidas que já sufoca o país e engessa o poder de gestão de qualquer governo.

Há, agora, uma nova condição: as instituições devem ser estruturadas dentro de um arcabouço legal e capacidade técnica que lhes permita ter, e isso ser refletido sistemicamente, em Planos de Recuperação "resolúveis", ou seja: uma gestão fora do board causador da situação de insolvência.

Um aspecto importante: há consenso de que não são mais recursos financeiros que ajudarão a instituição a se recuperar. A recuperação depende de ações efetivas contidas em seu "Plano de Recuperação", que deverá ser revisto anualmente (se for o caso, claro).

Portanto faço a pergunta:

   a) Se para as instituições - sistemicamente importantes - é necessário que tenham um Plano de Recuperação;

  b) Se há consenso de que "não é maior quantidade de dinheiro que resolverá a crise da Instituição", devendo ser aplicadas ações efetivas para sua recuperação e/ou solução, sem que haja reflexo nas demais instituições, podendo causar o "efeito dominó";

   c) POR QUÊ PAÍSES TÊM DE ASSUMIR CONTINUADOS RECURSOS FINANCEIROS (NORMALMENTE PARA PAGAMENTO DE JUROS VENCIDOS) QUE APENAS SERVIRÃO PARA ACELERAR SUA CRISE E GRAVE EMPOBRECIMENTO DE SEUS CIDADÃOS?

Ainda não encontro respostas para essas questões... Só vejo o anunciado terrorismo que busca assaltar a todos os trabalhadores que "ousaram" juntar parcos recursos para terem uma velhice mais segura...

Sejam quais forem essas respostas não consigo deixar de pensar que as mesmas tipificam crimes hediondos praticados contra a humanidade.


sábado, 7 de dezembro de 2013

as opiniões sobre o Paraguai

nosso país vizinho, o Paraguai, é motivo de muitas piadas e deboches por grande parte dos brasileiros.

        ao que parece esse preconceito ocorre até dentre algumas personagens deste governo (quem não se lembra do esforço para excluí-lo do Mercosul).

tenho comentado com amigos que o Paraguai é o único país da América Latina (creio que o Chile também é parte dessa elite) que não comunga com práticas de governos autoritários, mentirosos e com graves tendências ao sistema socialista onde tudo que existe é direcionado há uns poucos apaniguados. Ao povo resta o consolo da esperança das mentiras, da fome, da violência e da ignorância.

o texto noticia do no link abaixo é de maio de 2013. Vejam, em contraposição, as opiniões do ministro mantega, sobre mais um ano de fracasso deste governo brasileiro...


tirem suas conclusões (apesar de acreditar que os números informados como PIB, em todos os países, é um indicador muito falho, já há muito, muito tempo...).
registro, em tempo, que sou admirador do povo paraguaio em vários aspectos. reconheço que sofreu e sofre em decorrência de seus sucesso. quem quiser saber mais vá conhecer a história. eu falo da verdadeira história; não essa contada por pseudo intelectuais socialistas (e oportunistas)...


terça-feira, 27 de agosto de 2013

Agora vou falar...

AUTO_sponholz

“Como não faz distinções entre o que é produtivo ou destrutivo para sociedade, o PIB só passa por indicador de progresso para quem nunca tenha visitado sua cozinha.” (Economista José Eli da Veiga em 15/04/2008)

já está enfadonha a política econômica brasileira em relação à importância que seus técnicos têm dado aos humores do pib. uma hora falam em pibão, noutra falam em pibinho. e a mídia em geral faz dessas declarações seu prato cheio para dar opiniões que em nada modificam o cenário político e econômico. nem ajudam aos demais mortais interpretar o quê, de fato, está acontecendo... tudo é um grande engodo; uma simples brincadeira de ignorantes falando para uma população que já se acostumou a dar importância ao que não é importante.

as políticas adotadas assemelham-se mais aos “programas” adotados pelas famílias mais pobres que tomam, normalmente, suas decisões baseada nas necessidades imediatas, sem qualquer capacidade de avaliar as possíveis consequências futuras, ainda que imediatas decorrentes da mesma.

é assim que eles resolvem seus problemas habitacionais, por exemplo.

ainda falando sobre as “soluções das famílias mais pobres”, descrevo um bem provável exemplo:

quando moram numa casa pequena (quem se lembra daquelas chamadas de 3 ou 4 peças) e os filhos crescem, resolvem a situação mediante a construção de um “puxadinho” para acomodar melhor seus filhos, mantendo o casal num quarto isolado. e seguem nessa “estratégia” até o momento em que o filho cresce, casa e tem de morar junto com os pais... mais um puxadinho acolhe o jovem casal. nasce o neto... a solução já está pronta... basta fazer mais um puxadinho...

ao que tudo indica a presidente, seus ministros e conselheiros econômicos, atuam na mesma ‘estratégia’... resolve-se qualquer crise com a criação de uma nova; ainda que suas consequências sejam igualmente desastrosas... ou piores, como a história recente vem demonstrando.

os equívocos, a falta de uma análise cuidadosa da situação pela qual passa o país e os demais países é uma prática comum. parece, até, uma ‘política de governo’. se é que tenham alguma capacidade em engendrá-los...

a cada decisão encontramos motivos para (i) serem reduzidos mais postos de trabalho; (ii) aumentar o déficit comercial; (iii) desestimular a produção interna; (iv) aceleração da inflação e desvalorização do real; (v) etc.

tudo vem de improviso, sem qualquer conexão ou compromisso com o que é esperado de qualquer governo. minimamente sério!

por sua vez, as pessoas em geral vem adotando, também, suas soluções nessas mesmas bases. a maioria esperando o dia em que devem buscar os seus ‘rendimentos’ compromissados por bolsas criadas com o único objetivo de continuar a prática de apostar na elevação do pib mediante o consumo interno. a maioria atende ao apelo do governo comprando algo desnecessário usando a facilidade de compromissar-se num novo carne, para pagamento a longo prazo...

modificam alguma coisa, com outras desastradas consequências, alterando políticas tributárias, que servem mais para criar problemas municipais do que desenvolver, efetivamente, uma evolução da economia.

quando a situação parece calamitosa resolvem o problema com a mídia que informa as ‘melhoras dos índices de aprovação da presidente’. ou modificando os índices que indicam a ‘elevação da quantidade de pessoas na classe média’...

foram proféticas as palavras de renato russo... “que país é este?”

sábado, 4 de maio de 2013

o quanto custa deixar de pensar…

há alguns anos era comum explicarmos que a economia é um veículo onde o motorista dirige olhando apenas para o espelho retrovisor.

suas decisões e reações são baseadas nas inferências que faz sobre aquilo que já passou. Acredita-se que os fatos da economia se repetem, da mesma forma que aquela receita da Vovó…

é interessante observarmos que o texto deixa uma indagação; se as corporações aceitarão as novas normas… Ora bolas… São as corporações as responsáveis pela criação da crise, que se beneficiaram com as soluções criadas para “sairmos da crise” e ainda fazem muxoxo com as regras…

chega de beneficiar o capital financeiro em todas as circunstâncias, penalizando o capital econômico representado, principalmente, pelas pessoas que geram riqueza (observe que não uso a palavra trabalhador, uma vez que na geração de riqueza é essencial que haja uma cadeia perfeita que reúna todos os entes).

tirar dinheiro da economia, via tributos ou redução de benefícios é um crime maior, cometido pelos grandes “líderes políticos”j.

já passou da hora de se pensar em soluções que inovem e nos coloquem de frente a um futuro mais promissor.

abaixo o texto coletado da Carta Capital:

Contra a crise, a velha receita neoliberal

As medidas para o enfrentamento da crise foram, na realidade, a intensificação do neoliberalismo. Por Paulo Daniel - publicado 01/05/2013 16:42, última modificação 03/05/2013 13:44
euro
Euro. Foto: Martti Kainulainen/AFP
Quando a crise internacional explodiu, há pouco mais de cinco anos, alguns diziam que o neoliberalismo estava derrotado. Outros mostraram certa incredulidade no que observavam do processo econômico. Os mais otimistas, porém, estavam ansiosos para, de fato, implementarem medidas que contornassem a crise e pudesse provocar novos ciclos virtuosos na economia global.
Infelizmente, exceto no combate à crise de confiança e crédito, nada de novo no front foi nos apresentado. Pelo contrário. A tese segundo a qual o neoliberalismo estava em xeque desmanchou-se no ar. As medidas para o enfrentamento da crise foram, na realidade, a intensificação do neoliberalismo implementado a partir dos anos oitenta.
Basta observar o que vem ocorrendo na Eurolândia: redução dos direitos trabalhistas, demissões, contenção de gastos públicos etc. A receita típica para concentração de capital e concentração da renda. Isso sem contar a baixa credibilidade na política, haja vista, Itália e Grécia. A primeira enfrentou seríssimas dificuldades em formar um governo que coordenasse e implementasse, oxalá, novas formas de execução de política econômica. A segunda optou-se por eleger ou omitir-se, em não formar um governo que pudesse enfrentar a crise com certa altivez, mesmo com desemprego em alta, equivalente a mais que o dobro da média do bloco europeu, 12% da PEA (população economicamente ativa) sendo que 50% dos jovens gregos estão desempregados.
É praticamente comum, nas mais variadas opiniões, que o enfrentamento dessa crise tenha mais contornos políticos do que econômicos. No entanto, a política patina. Por quê? Por uma razão muito simples: as grandes corporações estão no domínio sobre os ditames da política econômica; portanto, mesmo com efêmeros avanços na política, como na França, a margem de manobra de mudanças na condução econômica são praticamente nulas, pois há um conjunto de engenhocas econômicas e financeiras beneficiando o grande capital podendo interferir diretamente nos rendimentos, podendo ameaçar sua competitividade, concentração e liderança de mercado e, é claro, a chantagem ao desemprego. Neste sentido, é mais do que evidente que conquistas daqueles(as) que vivem do trabalho estão completamente ameaçados via arrocho salarial, desemprego, redução e precarização das políticas públicas, sociais e de previdência.
O vencedor desta batalha poderá ditar novas formas de organização econômica e social como ocorreu no fim dos anos 70 e início dos anos 80, contaminando todo planeta. Não vamos esquecer que os países mais pobres ou menos desenvolvidos, principalmente na década de 90, viveram anos funestos até o início da primeira década do século XXI.
Portanto, a crise europeia e sua possível solução atrasada ou tardia nos interessa, não só devido às relações econômicas, comerciais e financeiras, mas também porque é necessário saber como as grandes corporações se comportarão frente ao novo cenário desenhado.
Aos curtoprazistas preocupados com a inflação do próximo mês e/ou se o Banco Central elevará a Selic ou não, devemos pensar em como nos preparar para o próximo passo, ou seja, em como enfrentaremos uma possível nova onda neoliberal? E a competitividade de nossas indústrias? A ampliação da renda e do investimento? Como e em que medidas o Estado brasileiro será altivo em relação ao novo cenário?
Para tal, dois ingredientes são essenciais: educação e inovação tecnológica, além daquilo que produzimos e representamos mundo afora na conjuntura multipolarizada atual. Se nos reivindicamos capitalistas, então deveremos pensar nas expectativas futuras e como construí-las.








quinta-feira, 18 de abril de 2013

os economistas e seus alardes

depois de desistir de fazer a faculdade de medicina fiquei meio perdido... por sugestão de amigos que também cursavam o científico optei por fazer um vestibular para a área da economia. afinal a profissão estava em alta no final da década de 60.

costumavam dizer que o caos inicial do universo era criação dos economistas...

passados mais de 40 anos, nada mudou. os economistas continuam causando o caos...

carlos geraldo langoni faz uma análise sobre: 'o dilema inflacionário', comparando uma série de dados e, claro, apresentando severas críticas à área econômica do governo e apontando o seguinte...


Diagnóstico:
Ficam expostos erros na estratégia governamental que baseou-se em um cenário equivocado de novo mergulho recessivo da economia mundial com impacto deflacionário.
Essa foi a justificativa para cortes agressivos e preventivos na taxa básica de juros a partir de julho de 2011. O que ocorreu, durante algum tempo, foi descompressão localizada apenas dos preços no atacado.
Os preços ao consumidor, entretanto, mantiveram-se oscilando em patamar elevado - em torno de 6%.
O Governo perdeu a batalha das expectativas quando o BC sinalizou que o foco de sua atuação era crescimento e não mais a meta de inflação: desconstruiu-se a arquitetura macro consistente já abalada pelo abandono do câmbio flutuante e menor rigor na condução da política fiscal.

Investimento:Por outro lado, os instrumentos para estimular a economia continuavam concentrados no consumo. 
  • Os investimentos foram afetados pela onda de incerteza externa e pelo viés ideológico que dificultou a abertura de espaço para a empresa privada em setores-chave de infraestrutura, mesmo reconhecendo as limitações gerenciais do setor público.
  • A demora em retomar as licitações no setor de petróleo e gás é um exemplo contundente.
  • Em outras áreas, como setor elétrico, aeroportos, rodovias e ferrovias, a ênfase em reduzir tarifas acabou limitando de forma irrealista as taxas de retorno.
  • À medida em que a crise internacional ia se dissipando, intervenções do Governo em setores - chave - como portos - realimentou incertezas, impactando negativamente decisões de investimento.
Em resumo, parece estar suficientemente claro de que as pressões inflacionárias são crônicas e não podem ser combatidas por ações pontuais.
A autonomia do Banco Central – destacada como vital pelo FMI para consolidar a estabilidade - está em xeque assim como sua credibilidade: não há mais justificativas para postergar o aperto monetário.
O impacto sobre o crescimento deverá ser limitado e transitório. O IBC-Br do Banco Central – indicador antecedente da atividade - aponta para moderada contração (-0,52%) em fevereiro.
É a confirmação de que, mesmo com juros artificialmente baixos, o PIB deverá avançar gradualmente este ano. De acordo com mesmo indicador, a evolução do PIB nos últimos 12 meses terminando em fevereiro é de 0,83%.
O novo ciclo de elevação da SELIC é fundamental para quebrar a rigidez das expectativas inflacionárias, abrindo espaço para um comportamento mais favorável da inflação no próximo ano.
O abandono da fórmula heterodoxa irá gerar custos políticos: a aposta de que viabilizaria saltos no crescimento potencial foi totalmente frustrada.
De qualquer forma, esse ônus inevitável é bem menor do que o impacto regressivo da aceleração dos preços. A inflação de baixa renda (1 a 2,5 salários mínimos) já flutua na faixa de 7,15% ao ano, podendo interromper o círculo virtuoso da mobilidade social - principal ativo do Governo na corrida eleitoral do próximo ano.

claro que a política adotada pelo governo desde 2008 tinha pequeno folego... não é possível crescer somente com base em estratégias que aumentam o poder de consumo das classes 'c' e 'd' oferecendo-lhes empréstimos em prazos absurdos, mesmo para os bens duráveis...

quando o pib aponta o aumento do setor de serviços, na realidade ele está indicando que os agentes financeiros estão ganhando mais, forçando a elevação do pib, sem que isso signifique, necessariamente, desenvolvimento.

outro erro que os governos cometem, invariavelmente, é 'apostar no crescimento...'

o que cresce, em qualquer organismo, além do desenvolvimento natural, consistente e sustentável, é desastroso. nos organismos vivos esse crescimento é conhecido como 'câncer'...

o país tem um enorme potencial, que os economistas teimam em não considerar. somos um país com grande vocação para geração de riqueza real, baseada na agricultura e na pecuária, além das áreas extrativistas (que são danosa ao país, no médio e longo prazo).

essas riquezas são proporcionadas pela riqueza que o sol e a abundância de água ao nosso dispor. e não aproveitamos...

pense nisso

quinta-feira, 11 de abril de 2013

é por isso que as velhas soluções têm êxito

nas manchetes dos jornais de hoje há enfase sobre as questões do 'estouro da inflação' que pega o governo do PT numa situação desconfortável.

para o público em geral fica a dúvida se 'a inflação é boa, pois provoca aumento nos salários, ou ruim, poi aumenta o gasto no supermercado'. Os políticos e parte dos empresários (os banqueiros são unanimidade) têm formas distintas de raciocinar diante desse fato. Cada um busca as melhores oportunidades de ganho... 

os jornais dizem que 'o remédio eficaz será a elevação da taxa de juros (os banqueiros - tentando esconder sua satisfação - apoiam 'fortemente' a ideia).

essas atitudes são repetidas há muito tempo. e nunca vimos darem certo!

será que os técnicos do governo não sabem inovar?

será que pensar além dessas ultrapassadas 'soluções' é tão difícil assim? ou será que esses técnicos estão atendendo as reclamações dos principais interessados no tema?

o êxito dessas soluções emboloradas decorre da capacidade que todo organismo tem (no caso o próprio país) em se regenerar e inovar, buscando garantir alguma forma de continuidade, mesmo que na forma de sobrevida...

e os políticos, em suas campanhas, não deixam de aproveitar esses resultados para se apresentarem como a melhor solução para o próximo pleito. não importa se defendendo o atacando a decisão tomada.

continuamos, em grande maioria, a não reagir como novos pensamentos; aceitando tudo que nos vem 'embrulhadinho' pela mídia.

pense! inove...