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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Nossas contradições são genéticas

ainda que não tenha o hábito de ver televisão, assistir noticiários, ouvir jornalistas pelo rádio, etc., sempre ficamos sabendo sobre o que anda acontecendo em nossa cidade, estado país e no mundo...

as informações parecem que flutuam pelo ar...

um dos assuntos do momento tem a ver com a greve de policiais, especialmente na cidade de Vitória, que se viu transformada em terra de ninguém, muito rapidamente.

quando lemos teorias sobre a questão de controle de massas, população em geral, dominação, etc., acabamos conhecendo que o processo degenerativo de uma sociedade, que esteja sem policiamento e sua disciplina e repressão formal, ocorre de forma gradativa em várias semanas.

no caso de Vitória, entretanto, observa-se que a violência (roubos, assassinatos, etc.) estão acontecendo de forma muito rápida... contrariando todos os especialistas, doutores nesse assunto.

como não acredito que o ser humano e, até mesmo o brasileiro com sua formação, tenha tanta predisposição para a barbárie quando se sente livre de qualquer repressão fico pensando em outras razões...

fico pensando...

a questão parece tão bem orquestrada que é inegável buscarmos alguma liderança por trás de tudo isso. Somente com pessoas interessadas em provocar uma desestabilização geral do país é que se poderia explicar tamanho absurdo, com populares amedrontados solicitando intervenção já dos militares...


Quem está por trás de tudo isso?

segunda-feira, 21 de março de 2016

O HONESTO FILHO BASTARDO DO BRASIL E O PROVIDENCIAL MINISTÉRIO

Repassando:


O HONESTO FILHO BASTARDO DO BRASIL E O PROVIDENCIAL MINISTÉRIO


Aileda de Mattos Oliveira (*)
em 15/3/2016

Sabemos que o PT é uma organização criminosa, assim considerada e citada, inúmeras vezes, pelos raros políticos independentes e autoridades de diferentes instituições.

Sabemos, também, que a linha tortuosa de conduta de seus membros é ditada pelos mais velhacos padrões de torpeza. Como poderia, então, seu principal fundador e figura de proa da corrupta agremiação ser uma alma cândida e de comportamento ilibado?

O bastardo ‘brasileiro’ segue o padrão de conduta que, segundo suas próprias palavras em antigas entrevistas, já lhe era habitual. Pelo que disse, entende-se que a rapina faz parte da cadeia existencial dos mais espertos, à custa do trabalho alheio, forma de sobrevivência que exige astúcia na conversa capenga de analfabeto, mas finório.

Falar em trabalho, em produzir em benefício da sociedade e de si próprio é inimaginável para quem nasceu, cresceu e envelheceu na vigarice, na tramoia, na estratégia de enganar e usar a confiança do outro para sair vitorioso nas suas trapaças.

Se estamos falando de um líder do partido instituidor do “politicamente correto”, jamais podemos manter o raciocínio tradicional para explicar as ações saídas das entranhas do pensamento supurado de uma organização que somente subiu ao poder para dilapidar a economia do Estado e destruir o conceito de unidade, seja familiar, educacional, social, territorial.

Sendo um grupamento ideologicamente infecto, jamais governaria em favor do povo e do país. Para esses dois alvos da peçonha da víbora, a criminosa agremiação tem outros planos nos quais são a perda da qualidade de vida do povo pela insuportável geração de impostos e a eliminação do país como nação soberana. A escravização da mente e da vontade é a consequência imediata.

Surgiria um novo déspota, incensado pela parte negativa da população, tão desocupada quanto desocupado sempre foi o falso ídolo, o bezerro de lata dos sem-cérebros.

Quem não pratica delito, não se desvia de um policial na rua. Quem nada tem a temer, não acelera numa ‘blitz’. Quem é honesto não se nega a prestar esclarecimentos a qualquer que seja a entidade policial, nem utiliza o estratagema do deboche para espantar os fantasmas do medo da prisão, imagem, agora, companheira.

Lula declarou-se culpado. A estratégia de defesa fecundada na linguagem bárbara do menosprezo à instituição policial federal que o conduziu sob vara, já que se negara a ir por moto próprio em anteriores ocasiões, está repleto de vulgaridades, de acordo com a sua essência chula. O deboche e a tentativa de desmoralização das instituições são a norma de conduta de uma criatura ainda em fase de primária evolução.

A população consciente, ordeira, que a cada manifestação se agiganta, não quer que o usurpador do acervo do Palácio do Alvorada, portanto, da nação; o incriminado em tantas delações dos seus antigos amigos e companheiros, ocupe qualquer ministério, qualquer secretaria, qualquer desvão de escada no governo da inveterada guerrilheira Dilma.

A população, desperta, espera, cada dia mais ansiosa, que o espertalhão de Garanhuns, de vários codinomes, que passou a perna em muitos de seus próprios eleitores, seja efetivamente levado, não a uma das propriedades gentilmente presenteadas por seus amigos, mas a um quadrado gradeado que nos proteja de sua ganância, de sua soberba, de seus rompantes etílicos, a fim de que o Brasil possa retomar o crescimento com a união de todos os verdadeiros brasileiros e recuperar os anos de atraso em que a gentalha maldita o colocou.

Ocupar um ministério, quando se diz inocente, é confessar os ilícitos, é condenar-se ao convívio daqueles que o apontaram como o ás de ouro na complexa teia das propinas.

Temos uma frágil Constituição. Ninguém a cumpre. É uma Constituição ‘jeitosa’, adapta-se a qualquer circunstância em benefício dos políticos. Há muito, foram arrancadas as páginas dos Deveres. Só se cumprem os Direitos. Dilma já fez dela o que quis e Lula, um simples “ex”, continua fazendo, agregado vitalício do Planalto, em que se tornou.

O Brasil, neste momento, mais parece um mafuá de malandragem, uma quermesse de sordidez, um bazar de sem-vergonhice, em que a promiscuidade política dá as cartas e afunda o país.

E há quem persevere, insista, na tal “estabilidade”.


(*) Dr.ª em Língua Portuguesa. Vice-Presidente da Academia Brasileira de Defesa

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

O reizinho destronado fugiu do tribunal. Mas não vai escapar dos defensores da lei

Texto recebido e com tanta informação relevante que segue completo para ser apreciado:


lula marisa

O parteiro do Brasil Maravilha, o Pai dos Pobres e Mãe dos Ricos, o enviado pela Divina Providência para acabar com a fome, presentear a imensidão de desvalidos com três refeições por dia e multiplicar a fortuna dos milionários, o metalúrgico que aprendeu a falar com tanto brilho que basta abrir a boca para iluminar o mundo de Marilena Chauí, o filho de mãe nascida analfabeta que nem precisou estudar para ficar tão sabido que já falta parede para tanto diploma de doutor honoris causa, o Exterminador do Plural que inaugurou mais universidades que todos os antecessores juntos e misturados, o migrante pernambucano que se nomeou Redentor dos Miseráveis, o gênio da raça que proclamou a Segunda Independência ao reinventar a Petrobras e descobrir o pré-sal, o maior dos governantes desde Tomé de Souza, quem diria?, agora recorre a truques de rábula para escapar de perguntas sem resposta sobre o triplex no Guarujá. O campeão de popularidade que andou beirando os 100% de aprovação, o senhor das urnas capaz de eleger qualquer poste para qualquer cargo, a sumidade que em cinco anos ressuscitou a nação assassinada pela herança maldita, o pacificador do Oriente Médio, o estadista que dava pitos até em presidente americano e também por isso foi contemplado  por Barack Obama com o título de Cara, o colosso que rebaixou a marolinha uma crise econômica planetária, o gigante predestinado a conquistar o Nobel da Paz e eleger-se por aclamação secretário-geral da ONU, o estadista que deixou o mundo boquiaberto com tanta clarividência, quem diria?, fugiu do tribunal nesta quarta-feira por falta de explicações que parecessem convincentes pelo menos aos ouvidos de um bebê de colo.
 O SuperMacunaíma que escapou do Mensalão ainda não entendeu que, depois de tropeçar no Petrolão, despencou do elevador privativo do apartamento na praia das Astúrias e atolou num sítio em Atibaia. Alguém precisa dizer ao fundador de um Brasil imaginário que o país real se cansou de tanta ladroagem e está ao lado dos juízes sem medo e dos promotores altivos. Usando como laranja um deputado federal, a tropa de advogados acampada no Instituto Lula raspou o fundo do tacho das chicanas e conseguiu adiar o encontro, em companhia de Marisa Letícia, com um representante do Ministério Público paulista. O investigado talvez até consiga livrar-se do promotor Cássio Conserino. Mas são muitos os homens decididos a aplicar a lei na terra arrasada pela corrupção, pela incompetência, pelo sectarismo ideológico e pela idiotia política. O reizinho que se achava inimputável logo saberá que a condenação à perpétua impunidade foi revogada pela descoberta de safadezas pessoais e intransferíveis. Não há como terceirizar as bandalheiras que infestam o patrimônio imobiliário do Lincoln de galinheiro, fora o resto. O mito morreu. Há dois dias, Lula proibiu o Conselho Político do PT de tratar das maracutaias que o mantêm pendurado no noticiário político-policial. “Não aguento mais falar disso”, explodiu. “O Luiz Marinho vai lá em casa e só quer falar disso. Chego no Instituto para trabalhar e só falam disso. Não aguento mais”. O Brasil decente é que não suporta mais tanto cinismo e tamanha cafajestagem. Aguente ou não, o palanque ambulante convertido em camelô de empreiteiro será obrigado a falar sobre isso e muito mais. O interrogatório foi adiado por alguns dias. Mas a hora da verdade chegou.

domingo, 14 de fevereiro de 2016

O Manifesto de Atibaia

No princípio era expropriar o Estado para ficar no poder. Aí o poder foi perdendo a graça, e passamos a roubar para ficarmos ricos mesmo. 
A inconfessável confissão acima não precisa ser feita. Você já sabe de tudo. Mas, por favor, não conte ao Brasil. Ele não suportaria mais essa. O país está parado, e como você não tem nada para fazer mesmo nesse marasmo, segue um passatempo: faça as contas das despesas dos guerreiros do povo brasileiro apenas com seus advogados milionários. O que esses heróis (os presos e os soltos) gastaram para se defender em dois anos de Lava-Jato acabaria com a fome no Haiti por várias gerações e compraria meio time do Barcelona. Coisa de nababo. Se não fossem pessoas tão humildes, seriam os xeques do petrolão. 
Continua entediado? Expanda suas contas para os honorários da banca defensora dos mensaleiros. Você não estará somando bananas com laranjas: são todos laranjas do mesmo esquema, companheiro. Por coincidência, aquele que continua mandando no Brasil, um país de todos os que não sabiam. Faça como o golpista Sérgio Moro, inimigo número um dos coitados profissionais: siga o dinheiro. Você encontrará a anatomia completa do bando, e constatará que todas — todas — as peças se ligam de alguma forma ao palácio petista, guarnecido por Dilma Rousseff.
Conclusão: não há razão para impeachment. A não ser que você queira interromper as férias dessa gente sofrida. 
Os brasileiros estão afundando na pior recessão da sua história, provocada pela DisneyLula (nem tudo é perfeito), mas não têm pressa. Estão esperando os mosqueteiros Zavascki, Barroso, Lewandowski, Janot e companhia autorizarem a criançada a processar a senhora Rousseff. Todo mundo esperando sentado, passando repelente e assistindo ao pas-de-deux de Dilma e Zika, a nova coreografia oferecida ao povo pelos reis do entretenimento tarja preta. 
Enquanto isso, o país assiste ao final feliz da dinastia oprimida, com os filhos dessa gente humilde dando a volta ao mundo, faturando milhões em consultorias copiadas da internet, dando festas hollywoodianas e saboreando ostensivamente a vida boa que essa casta de perseguidos políticos lhes proporcionou com o suor das suas propinas. 
E já que não há um único voluntário na plateia para apresentar o pedido de impeachment que a Lava-Jato esfregou na cara do Brasil, vamos à união nacional: todos de mãos dadas com a elite cultural que luta bravamente contra a criminalização desses pobres milionários. Está lançado o Manifesto de Atibaia. 
Para os que estão bêbados de repelente e não ligaram o nome à pessoa: Atibaia é onde fica o sítio de Lula que não é de Lula. Em outro texto explicaremos quem é Lula. O que importa saber aqui é que se trata de uma pessoa boa, perseguida pelas elites invejosas que não suportam vê-lo feliz por ter um milhão de amigos que não lhe deixam faltar nada. 
Esse homem bom, que inclusive é filho do Brasil, virou alvo de uma caçada cruel, e você precisa ajudá-lo. Lula é hoje alvo de uma série de investigações criminais — desumanas e neoliberais. Ele é investigado pelo Ministério Público por ocultação de patrimônio, por causa de um tríplex no Guarujá reformado pelos amigos da construtora OAS. Todas as testemunhas afirmam que o imóvel foi preparado para Lula, que acompanhou as obras, mas nós, signatários do Manifesto de Atibaia, sabemos que isso não é possível: Lula é um homem simples, que só tem amigos. 
As coincidências da vida fizeram com que o mesmo amigo da OAS comprasse, na mesma loja, as cozinhas do tríplex e do sítio de Atibaia, que também não é de Lula, embora ele tenha estado lá 111 vezes desde 2012. De Lula, mesmo, só o amigo. E esse amigo não mandou a cozinha do sítio diretamente para o sítio. A mercadoria foi despachada para outro endereço em Atibaia, e de lá escoltada por receptadores até o sítio Santa Bárbara, o que não é de Lula. Parece cena de suspense policial com ocultação de pistas, mas nós, signatários do Manifesto de Atibaia, sabemos que as almas honestas não têm nada a esconder. 
A Polícia Federal abriu inquérito para apurar a relação entre Lula e a OAS na montagem do sítio em Atibaia. A MPB precisa urgentemente compor um hino em defesa da invasão desse sítio, porque se Lula vive lá e é pobre, só pode ser reforma agrária. Caminhando e cantando e seguindo o cifrão. 
Quem andou ajudando também na reforma do sítio que não é de Lula foi o pessoal da Odebrecht, que é amigo de Lula. E tome coincidência: o Ministério Público abriu inquérito para apurar tráfico de influência desse brasileiro humilde em favor da Odebrecht, que o contratou para as palestras mais bem pagas do mundo.
Essa gente do mal acha que o governo Dilma é o escudo da gangue de inocentes perseguidos pela operação Lava-Jato. Mas você sabe que nada disso é suficiente para o impeachment. Então, faça a sua parte: assine o Manifesto de Atibaia e ajude essa gente sofrida a continuar pagando seus advogados milionários, enviando sua contribuição cidadã para o caixa do Partido dos Trabalhadores. Em espécie, por favor.

Guilherme Fiuza é jornalista

PARA SABER E DIVULGAR, SE QUISER !!!!!.

Repasso com os comentários recebidos.
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É um "malfeito" atrás do outro. Quando tanta bandalheira vai acabar?
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NÃO DEIXE LER, POIS CONTEM DETALHES INTERESSANTES...
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O rompimento das barragens em Minas Gerais provocou uma avalanche de publicações no sentido de tentar fazer a sociedade ver a tragédia como resultado do capitalismo, já que a Vale, controladora da Samarco, é apresentada como uma empresa privada − privatizada por FHC!

Se considerarmos que um partido político é uma instituição privada, sim, a Vale foi privatizada. A Vale é do PT. A Samarco também.

O processo de tomada do controle da Vale pelo PT é muito bem descrito num dos capítulos do livro Reinventando o Capitalismo de Estado, de Aldo Musacchio e Sergio Lazzarini.

Um resumo:

A privatização da Vale promovida por Fernando Henrique Cardoso em 1997 foi parcial. O governo vendeu pouco mais de 41% das ações da empresa para a Valepar, holding que na época era liderada pelo empresário Benjamin Steinbruck. Porém, o governo manteve o controle das golden shares, ações que lhe davam poder de decisão em vários assuntos, por exemplo, sobre os objetivos da empresa.

No ano de 2001, o conselho de administração da Vale aprovou a nomeação de Roger Agnelli como CEO da empresa. Um ano depois, a privatização foi concretizada com o BNDES vendendo 31,5% de sua participação. No entanto, no ano seguinte, 2003, início do governo Lula, o mesmo BNDES recomprou 1,5 bilhão em ações da empresa. Nesse mesmo ano, Lula apadrinhou a nomeação do ex-sindicalista e ex-vereador petista Sergio Rosa (hoje investigado pela Operação Lava Jato) como CEO do Previ, o fundo de pensão do Banco do Brasil.

Sob a liderança de Agnelli, a Vale deu um salto de produtividade, de rentabilidade, de admissão de funcionários e de pagamento de impostos e de royalties.

A partir de 2009, o grupo que reúne fundos de pensão de empresas estatais controlados pelo PT (Previ, Petros e Funcef) se utilizou da Litel, holding criada por eles mesmos, para assumir o controle da Valepar e por meio dela obter 49% das ações da Vale, o que somados aos 11,5% que já estavam nas mãos do BNDESPAR, braço de investimentos do BNDES, deu ao PT o controle sobre mais de 60% das ações da empresa.

Começou, então, a pressão de Lula sobre Agnelli para que a Vale fizesse mais investimentos no Brasil, principalmente na aquisição de siderúrgicas e na encomenda de navios, mesmo que os similares estrangeiros custassem a metade do preço.

Lula também tentou fazer um certo Eike Batista chegar à presidência da Vale. Não conseguindo, tentou substituir Agnelli por Sergio Rosa. Também não conseguiu.

A despeito das pressões, Agnelli continuou seus projetos na Vale, incluindo a encomenda de navios na China e na Coreia do Sul, o que enfureceu Lula. Em 2011, logo após a Vale registrar um lucro trimestral quase 300% acima do trimestre anterior, Agnelli foi demitido.  Seu sucessor e atual presidente, Murillo Ferreira, foi indicado por Lula – e até dois meses atrás, Ferreira também ocupava uma cadeira no conselho de administração da Petrobrás. Desde então, os rumos da Vale são ditados pelos interesses do PT.

Ignorando normas de licitação e do TCU, a mineradora firmou diversos contratos com empresas beneficiadas pelo programa de proteção e de incentivo à indústria nacional iniciado por Lula e que, obviamente, formava o grupo de financiadores (Odebrecht, por exemplo) de seu partido e de todos os movimentos que o apoiavam.

Não por acaso, desde então, a Vale vem registrando perdas. Hoje, a Litel tem, sozinha, 52,5% das ações da Vale.

Em tempo: Todos os setores que foram beneficiados pelo protecionismo do PT estão hoje em colapso e todos os fundos de pensão de empresas estatais controlados por petistas estão deficitários.

Três perguntas:
O grupo que detém o controle acionário da Vale não seria o maior responsável pelos projetos de suas empresas?

O governo não foi negligente na concessão de alvarás e na fiscalização?

O PT, que controla a Vale, que governa Minas Gerais e o Brasil não tem nada, absolutamente nada a ver com isso?

E assim, mais uma vez, nos deparamos com a razão de o estado não poder participar do mercado. Quando participa, o próprio estado se torna o mais interessado em abafar as responsabilidades em caso de incompetência e de negligência, deixando a sociedade completamente desamparada institucionalmente. As pessoas que perderam suas casas, suas fontes de renda e familiares na tragédia com toda certeza ouvirão muitas promessas do governo e talvez recebam algum dinheiro, mas a probabilidade é de que não verão ninguém sendo punido.

A realidade que deveria ser vista pela sociedade é que a maioria das grandes empresas brasileiras está sob influência direta ou indireta do governo, essas empresas estão sujeitas aos interesses de militantes do PT e de políticos de sua base aliada que geram lucros para si mesmos e prejuízos para a sociedade. Os bancos, os fundos de pensão e as agências regulatórias do estado não passam de instrumentos políticos. Para saber quais são as empresas que estão sob o controle do PT, basta checar seus quadros acionários, os benefícios fiscais, a quantidade de dinheiro que receberam do BNDES e os valores que doaram aos partidos nos últimos anos.

Se estivéssemos num país regido pelo livre mercado, a Samarco e a Vale seriam empresas realmente privadas e suas responsabilidades nesse acidente seriam realmente levantadas, julgadas e punidas, já que o governo não teria interesse em livrá-las do peso da justiça. Se fossem privadas, o estado iria com toda sua força contra as empresas. Se fossem privadas, alguém iria para a cadeia.

Como se fosse pouco mortes e prejuízos ambientais, a tragédia também levará consigo muitos bilhões de reais investidos pelos fundos de pensão que controlam as duas empresas, ou seja: os prejuízos serão estendidos aos funcionários da Caixa, da Petrobrás e do Banco do Brasil.

Um acidente como o ocorrido em Minas poderia ter acontecido com qualquer empresa e em qualquer lugar do mundo, como já ocorreu tantas vezes, porém, o caso em questão evidencia mais uma vez que a participação do Estado na Economia potencializa a impunidade. Ninguém será punido pela tragédia em Minas, assim como ninguém foi punido pelos acidentes nas plataformas da Petrobrás nem pelos prejuízos sociais e ambientais provocados pela falência das empresas de Eike Batista, o ilustre filho bastardo das políticas "desenvolvimentistas" do PT.

Para evitar problemas, dias depois da tragédia em Minas, Dilma assinou o decreto 8572 que diz que "...considera-se também como natural o desastre decorrente do rompimento ou colapso de barragens que ocasione movimento de massa, com danos a unidades residenciais". Com uma simples canetada, Dilma tirou da Samarco e da Vale toda a responsabilidade sobre a tragédia.


segunda-feira, 13 de abril de 2015

AS MANIFESTAÇÕES SOBRE A MANIFESTAÇÃO DO DIA 12 DE ABRIL DE 2015

 

Muito interessante o posicionamento da mídia…

Faz de tudo, inclusive falando muitas besteiras, sobre a “avaliação das manifestações de hoje”. Não fica nenhuma dúvida de que toda ela, ainda que possa parecer crítica ao governo, é capacho dos governantes e não tem a menor vergonha em colocar no ar aquilo que lhes foi mandado.

Imprensa livre é um sonho. No Brasil ela sempre foi quem deu as cartas e  já há algum empo vem seguindo da forma que lhe ordenam. São palhaços alimentando um povo que ainda anda muito acomodado.

Toda essa pantomima que estamos vivendo: mensalão, petrolão, lava-jato, etc. servem apenas para dar uma aparente ideia de democracia a um país que já está completamente dominado.

Ninguém escapa. Até mesmo o louvado juiz Sérgio Moro, assim como foi o juiz Joaquim Barbosa, fazem o jogo para alegrar a torcida do time que vai perder aos 45 minutos do segundo tempo, com um gol marcado em impedimento e com a mão. Não há salvação.

Todo o poder republicano está corrompido; judiciário, legislativo e executivo tocam na mesma banda… alguns podem estar desafinados, mas estão unidos contra o povo e o país (não me atrevo a chamar o Brasil de nação… estamos muito longe de chegar a essa condição).

Há, ainda, quem se iluda com os arroubos de alguns candidatos da “oposição”… Quem é oposição?

O PSDB é o PT de gravata!. Tão mentiroso e falso como descaradamente se revelam os asseclas da quadrilha PTista…

Podem ser oposicionistas de quadrilha criminosa… Onde cada um tem uma especialidade para roubar…

Bandidos!

Safados!

Mentirosos e oportunistas, apoiados por uma mídia tão corrupta quanto eles. 

E o povão acredita! Certamente anestesiado por tantas novelas e BBBs; única fonte de cultura para um país de ignorantes.

A maior tristeza que dá é a de constatar que vivemos na América do Sul. Uma grande extensão de terrar riquíssimas em proteínas para alimentação, além da diversidade, que somente a enorme ignorância é que justifica haver fome neste continente…

Quando iremos acordar?

Quando iremos descobrir que “Deus não é brasileiro” e de nada adianta ficarmos aguardando milagres acontecerem enquanto ficamos comodamente sentados em nossos sofás…

As pessoas falam em impedimento à Dilma… Para quê? Para assumir o atual Vice? Novas eleições? Para vermos novamente Lula e a bancada evangélica ou os cadáveres do PSDB tentando disputar algo que democraticamente é decidido antecipadamente, na programação das urnas?

Ah! Resta a esperança de um governo militar… Que militar? Esse que se acostumou a ser xingado pela Dilma e Lula, transformado em ordenança? Ou haverá uma rebelião nas forças armadas para separar o joio do trigo.

EM TEMPO: QUEM É O “JOIO” E QUEM É O “TRIGO”?

É minha esperança que haja uma forma para definirmos o tamanho do Estado que desejamos ter, fazendo uma reforma fiscal profunda, reduzindo o Estado ao seu mínimo, para podermos, com a arrecadação de tributos fazer tudo o que necessitamos de investimentos e desenvolvimento das várias áreas e da população em geral.

Em especial no desenvolvimento da EDUCAÇÃO!

AMÉM!

sábado, 10 de janeiro de 2015

O Imperialismo da Caneta…

Imagem do Blog: http://www.ambientelegal.com.br/a-ditadura-da-caneta/#comment-110070

O ano: 1988.

Aprovada a nova Constituição Federal do Brasil. A Constituição Cidadã, nas palavras de Ulisses Guimarães…

Era um texto logno, que buscava reunir todas as possibilidades de ocorrências na vida das pessoas, das instituições e do país. Criava-se, ali, o verdadeiro “ovo da serpente”…

Em 2006 concluí o MBP de Gestão e Contabilidade Pública. Foi com grande surpresa e decepção que pude perceber que as várias leis, decretos e demais normas aplicáveis à atividade pública são conflitantes. É impossível seguir-se plenamente a todas as leis e regulamentos em vigor.

Com base nessa constatação, além de observar que, por mais abusrdo que possa parecer, há tribunais de contas (estaduais) que legislam por sua conta, em vez de seguir o que determina a Lei e demais ordenamentos legais que regulamente a Contabilidade e Gestão Pública. Com base nessa constatação, criei a seguinte frase:

O Relatório do Tribunal de Contas pode ser de aprovação ou não das contas apresentadas. Exemplos:

  • a)Se o responsável pelas contas tiver seguido as eis e feito uma péssima gestão, as contas podem ser aprovadas se for interessante politicamente.
  • b)Se o responsável pelas contas tiver desobedecido as leis e feito uma boa gestão, as mesmas podem ser aprovadas se for interessante politicamente.
  • c)As mesmas razões podem resultar em desaprovação das contas, se for interessante politicamente.

Falta clareza e – principalmente – uma séria e completa revisão dos textos de leis dúbias. Alie-se a essa balburdia legislativa a rapinagem que floreceu, e cresceu assustadoramente, na política que influencia diretamente os serviços públicos. Para ser contratado o licitnte tem de concordar em repassar parte do valor do contrato para “o caixa do partido”.

O texto A DITADURA DA CANETA demonstra de forma brilhante o que ocorre nesses meandros administrativos com sérias influencias jurídicas.

“O resultado da ideia, executada com as melhores intenções, foi tão eficaz quanto desastroso.”

A conclusão a qual chegamos é aquela que já ouvimos em nossa infância e adolescência: “De boas intenções o Inferno está cheio.”

É com essa desconcertante constatação que vemos que o grande responsável pelas mazelas que estamos vivendo, não são os maus, os bandidos, os corruptos ou corruptores. Os responsáveis são os idealistas que, acreditando que estão produzindo o bem geram a “semente do mal”, que germina, cria raiz e sufoca qualquer outra planta que quiser germinar…

Uma outra frase que nos cansamos de ouvir: “É do couro que sai a correia.”, demonstra que para seguirmos adiante no desenvolvimento econômico (que inclui o social e o ambiental, sem dúvida) temos de conhecer melhor o que move o ser humano; e segurar os impetuosos idealistas, sejam de que lado forem pois, nesse setor, esquerda, direita, centro ou qualquer outra posição são impressionantemente iguais…

Creio que sempre é importante lembrar que a sociedade é formada por pessoas que foram educadas a serem “boazinhas”. Também costumo dizer que aquele que é “Bonzinho” irá queimar no fogo mais quente do Inferno durante toda a eternidade e mais um dia! Nenhum de nós está aqui para ser bonzinho. Estamos todos na busca de sermos MELHORES…

É por isso que não vemos mudanças na política deste país. E pode ir buscar nas atitudes dos governantes desde a época do Império. Sempre foram feitas as mesmas coisas; sempre foram aplauidos os mesmos “bonzinhos” que fizeram coisas achando que iriam melhorar a vida dos outros…

Somos um verdadeiro desastre político!

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Por onde anda a Inteligência?

Conversas

Mais um ano com eleição para Presidente da República, Governadores, Senadores e Deputados Estaduais e Federais. É um exercício de democracia que vem sendo praticado desde 1989, na era chamada de Nova República.

Ainda me lembro de discursos presidenciais da década de 1970, época dos militares. Ainda assim, havia alguns discursos muito bons; com programas claros sobre como pensavam e o quê iriam realizar. É certo que no segundo choque do petróleo o país entrou em severo declínio econômico. Haviam sido construídas cidades industriais em várias regiões brasileiras, que “tinindo” de novas não tinham como fabricar seus produtos, já que havia uma forte recessão mundial. Aí começou a serem tomadas decisões governamentais com efeitos que até hoje nos ressentimos. Parte deles se agravou, pois hoje não temos mais Inteligência em qualquer uma das esferas de governo, nem nas instituições legislativas e judiciárias.

Este relato é baseado na vivência dos fatos. De pouco adianta pesquisar dados pela Internet. Podem estar distorcidos de acordo com a intenção daqueles que detêm poder...

 

Visão em perspectiva

Tudo acontece num mesmo tempo, se o medirmos em sua perspectiva adequada. Quando fazemos isso conseguimos contextualizar e passamos a entender as razões para que determinadas coisas ocorram... ao longo do tempo nada é, de fato, bom ou mau; apenas algo natural, sem surpresas. Apenas consequências...

Dentro desse espectro, histórico ocorrido nos primeiros anos da ditadura militar (1964 / 1970), foi que surgiu “alguns dos ovos da serpente”... Acompanhe alguns recortes feitos daquela época...

“Já no governo de Castelo Branco, a preocupação com o ensino é elevada a categoria de prioridade. Começa, neste governo, um longo processo de transformação do campo educacional representado pelos acordos MEC-Usaid, cobrindo todo o espectro da educação nacional (ensino primário, médio e superior), com treinamento de professores e com a produção e veiculação de livros didáticos. Estas mudanças, como mais adiante veremos, iriam redundar em uma verdadeira desnacionalização da educação brasileira.

É no bojo deste processo que o governo promove a Primeira Conferência Brasileira de Educação, em março de 1965. No discurso de abertura, o presidente Castelo Branco salientou que o governo tem recebido “aplausos por estar repondo a ordem no sistema educacional” (Branco, 1965, p.112). Isto mostrava que o projeto posto em prática atingia seus objetivos de legitimação de um regime político reformulado.”

Trecho do artigo da Revista Itinerários Reflectionis: Autoritarismo e Educação no Brasil

Um fato marcante foi a passagem do então Ministro Jarbas Passarinho nas pastas do Trabalho e da Educação. Suas ações deviam estar baseadas em ordenamento ou ideário muito acima dos seus poderes.

 

O que aconteceu com a educação?

A reforma na educação ampliou a quantidade de faculdades (particulares, em sua maioria com preços mais acessíveis às classes menos favorecidas) e cursos variados para um contingente crescente que era barrado nos vestibulares.

AnotacoesA formação desses estudantes era completada (ou redirecionada) pelos cursos internos promovidos pelas empresas, ajustando o conhecimento ao título que lhe havia sido concedido. Passamos a ter um maior número de bacharéis, extremamente raros na época, que tinham emprego garantido no início dos anos 1970, que logo de início passou a ser conhecido como a década do desenvolvimento. Havia emprego, escola e reais possibilidades de desenvolvimento pessoal e profissional a todos aqueles que realmente resolvessem investir tempo na aquisição de conhecimento e aplicação de seus talentos.

Só que, infelizmente, grande parte passou a ficar acomodada em seus postos de trabalho, sem qualquer vontade de se desenvolver. Julgavam que o diploma de bacharel seria seu eterno trunfo na vida e carreira escolhida.

O fator mais perverso que esse tipo de mudança na pasta da educação causou, entretanto, foi a criação de novas gerações sem uma base mais sólida na aquisição e aplicação efetiva de seu conhecimento. Os alunos do ensino fundamental, que ingressaram nas escolas após a reforma ficaram sem aprender de forma eficiente. Foi ali que começou o analfabetismo funcional. Claro que infinitamente menor ao comparado com o que conhecemos atualmente.

A origem, entretanto, está certamente nessa mudança de política de educação...

De forma breve coloco algumas dessas situações criadas nos últimos anos do governo militar, que germinaram a semente do mal que hoje vivemos.

a) Para conseguir dólares para ajustar sua balança de pagamentos foram criados projetos grandiosos, sem utilidade (ou necessidade) com o único objetivo de equilibrar as finanças do País. Esses projetos tinham valores onerados; afinal o objetivo maior era que houvesse o ingresso dos dólares. Os grupos que foram forçados a fazer esses projetos eram da área de energia e siderurgia, principalmente.

b) As taxas de juros internacionais, às quais estavam submetidos esses “mega” financiamentos eram bem elevadas, comprometendo significativamente o desenvolvimento e gerando um acelerador de inflação interna, magicamente mantida numa faixa média de 200% ao ano. Nessa época o discurso era: “crescer o bolo para depois dividir”. O que sobrou para dividir foi: as contas elevadas, a serem suportadas pelos cidadãos, e a miserabilidade das cidades, causadas pelo desemprego generalizado.

c) Como forma de reduzir os gastos com pessoal foi chamado o Ministro Beltrão, que ocupou a pasta da desburocratização. Uma das medidas foi a de provocar um programa de demissão voluntária (PDV), que fez com que os melhores e mais capazes aderissem a ele. Foi um processo de seleção invertido; o governo perdeu os seus melhores talentos e ficou com os menos competentes, com as suas naturais consequências.

d) Parte desses funcionários públicos foi rapidamente absorvido pelas empresas. Para que a outra parte continuasse a fazer os serviços que o governo necessitava, e já não tinha as competências necessárias para realizar, foi criado o Estatuto da Microempresa, dando oportunidade a esses profissionais, que foram acrescidos de outros profissionais, igualmente competentes, originários da economia provada, que também teve seu PDV.

e) O PDV da área privada foi motivado, principalmente, pela baixa demanda de produtos nas indústrias onde trabalhavam. Essa baixa demanda era decorrente da recessão pela qual a maioria dos países ocidentais atravessava e era “controlada” pela taxa de juros que restringia crédito e impedia qualquer desenvolvimento.

f) O País tornou-se uma espécie de “Terra de Zumbis”, onde a grande maioria fingia que fazia alguma coisa, ainda que – de prático – nada fosse feito. Um exemplo claro dessa política foi a limitação em 20% ao ano da correção monetário sobre os empréstimos tomados pelas empresas nos programas do BNDES. A diferença entre a inflação real (que gerava um índice para efeito da correção monetária) e os 20% devidos, conforme estabelecimento legal, permitia aos empresários fazer aplicações financeiras que lhes rendiam receitas superiores às que conseguiam obter na produção. Esse sistema permitia que as empresas continuassem a funcionar (com baixíssima produtividade) sem demissões ou liquidação das plantas industriais, que ainda eram novas.

g) Nessa apatia passamos à “Nova República” que trouxe vários líderes políticos, antigos e cheios de ideologias. Tudo o que se fazia em termos de organização política era desfazer o que havia sido feito no governo militar. Não importava se fosse bom ou não: antigas práticas eram, simplesmente eliminadas...

h) Por conta disso, aliada a irresponsabilidade do Governo como um todo (Executivo, Legislativo e Judiciário) passamos a viver, durante alguns anos – 1986/1994) processos de hiperinflação e experiências de planos mirabolantes para controla-la.

i) Na esteira da hiperinflação ficou mais fácil, aos corruptos e maus políticos, praticarem roubos cada vez maiores do erário. Como medir superfaturamento numa moeda hiperinflacionada?

E assim foram sendo exterminadas as competências, as inteligências e surgindo, em profusão, os ignorantes e arrogantes ambiciosos.

 

Nossa realidade atual

Última semana de debate eleitora da TV, na disputa para o 2º turno das eleições. Grande decepção! Nada... nenhuma proposta, nenhum horizonte onde possamos encontrar o nosso lugar... Uma verdadeira fraude eleitoral!

Como ficam as esperanças? Bandeira

Independente ao resultado dessas eleições, cujas pesquisas teimam em mostrar um irritante “empate técnico”, vamos continuar a trabalhar e a lutar para que continuemos a viver num País que, realmente, valha a pena! Se não der para mim, tudo bem... Aos meus netos pelo menos!

E assim renascem minhas forças e minha Fé! As esperanças são sempre vívidas.