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quarta-feira, 4 de abril de 2018

Isto já foi - ou é - uma notícia

Hoje é 04 de Abril de 2018. Além de ser lembrada como data em que o ganhador do Nobel da Paz, Matin Luther King, foi assassinado há 50 anos, hoje poderá ser conhecida como uma data marcante para o Brasil, com a votação do STF em relação há mais um casuísmo desta vez "julgando" sobre a prisão depois da 2a instância.
Sem dúvida está sendo preparado, por um longo tempo (creio que desde a CF de 1988) um golpe de estado, transformado de vez nossa sociedade em mais uma republiqueta "social democrata"...
Com o retorno da chamada "Nova República" nos anos 1980, vivemos uma ânsia absurda sobre a necessidade de liberdades sociais. Todas clamadas por muitas correntes, normalmente de esquerda, que se multiplicaram, já que nunca conseguiram chegar a um consenso...
Os governos que foram sendo instalados passaram a aparelhar o Estado para que suas ideias prevalecessem. 
Abaixo um dos passos dessa caminhada e que vem sendo protagonizada pelo Judiciário, principalmente.
Inquéritos em curso sob responsabilidade da PF mostram sofisticação dos esquemas para acobertar recursos desviados da administração pública, o que envolve novas rotas de depósitos dos valores, profissionais especializados e alta tecnologia

quinta-feira, 28 de abril de 2016

Contabilidade criativa e o monge Pacioli

Nesta semana foi comemorado o Dia do Contabilista. Nada mais importante que apresentar a evolução da contabilidade brasileira. Devemos lembrar que foi graças a grande capacidade de resistência e competência técnica que as empresas conseguiram sobreviver durante um período em que o país vivia sob elevada inflação, distorcendo de forma relevante as demonstrações que eram apresentadas ao mercado.
Neste momento voltamos a viver sob a ameaça de inflação, causada principalmente pelo descontrole das taxas públicas e desacertos da política econômica agravados pela crise de ética e moral pela qual passa este Governo. Felizmente parece dar seu brilho a luz emanada por ações coordenadas do Ministério Público, da Polícia Federal e de um Juiz célere em suas ações de julgamento e banimento dos corruptos e corrompidos, especialmente nessa operação denominada de “Lava Jato”.
É preciso ficarmos atentos para os atos que visam usar de forma indevida a contabilidade, distorcendo seus princípios e objetivos de informação pública e, principalmente, aos gestores das entidades.
Parabéns contabilistas pelo seu dia. Perseverem sempre! 

Os subterfúgios destinados a alimentar desvios envergonhariam o franciscano
Mais que nunca, a máxima "não existe corrupção sem corruptores" precisa ser tratada como mote a ser respeitado e seguido. Vivemos momento de transformação do País, em que não podemos relegar nossos valores mais éticos e nosso comportamento moral a um segundo plano.
A cada dia, conhecemos pela imprensa relatos de que conceituadas empresas brasileiras vinham se valendo de recursos criativos de contabilidade e de subterfúgios orientados a escamotear atos, ações e processos destinados a alimentar desvios e a corrupção de agentes públicos e privados.
O que vemos no dia a dia de algumas empresas é certamente um exemplo que envergonharia profundamente o monge franciscano Luca Pacioli, o pai da contabilidade moderna, que, no longínquo século 15, criou o chamado método de partidas dobradas, preparando as bases para as atuais Ciências Contábeis.
Vivemos, também, em um mundo globalizado, em que países que não toleram a desigualdade de oportunidades vêm criando leis que extrapolam limites das fronteiras nacionais na perseguição daqueles que se dedicam a malfeitos. É o caso do FCPA (Foreign Corruption Practice Act), dos EUA, e do BA, (Bribery Act), do Reino Unido. Sem sucesso, lamentavelmente, o Brasil vem reforçando o arcabouço legal dedicado ao combate à corrupção nas corporações, como no caso da Lei 12.846, sancionada em 2013.
Os sistemas de controle de desvios contábeis têm evoluído e reduzido chances de gestores desviarem do caminho da retidão e da responsabilidade nas finanças corporativas. Mesmo assim, profissionais e empresários pouco éticos valem-se da criatividade e da desfaçatez para enganar órgãos de controle e o fisco.
Diante do quadro de insatisfação, é preciso que cada um de nós decida não pactuar com as mazelas que tanto mal fazem às instituições. Não aceitamos mais que a corrupção seja protagonista em nossas vidas. O momento é de prezar pela honestidade, pela valorização das relações comerciais limpas, pela correção na gestão pública e privada. As empresas, assim como as pessoas, precisam zelar por suas responsabilidades. Não só argumentar que a única forma de sobreviver no mercado é "agindo incorretamente como os outros". Isso não é verdade definitiva. Empresas e pessoas que não transigem da honestidade e da correção existem e, em geral, além de exemplos de atuação, são as que acabam conquistando melhores resultados e, o mais importante, o respeito de toda a sociedade.
É hora de virar a página de passado que precisa ser apagado de nossos costumes.
A corrupção está entre os piores males que corroem as estruturas de uma nação. Temos de lembrar, sempre, que nossas atitudes e ações são a base da transformação daquilo que tanto mal tem feito ao Brasil. Que todos nós lutemos e atuemos por uma sociedade melhor e mais honesta, e que tenhamos a consciência de que o fim da corrupção depende de nossas próprias atitudes.
José Osvaldo Bozzo é consultor tributarista e sócio da MJC Consultores
Postado em 27/04/2016 - Fonte: DCI - SP

segunda-feira, 21 de março de 2016

O HONESTO FILHO BASTARDO DO BRASIL E O PROVIDENCIAL MINISTÉRIO

Repassando:


O HONESTO FILHO BASTARDO DO BRASIL E O PROVIDENCIAL MINISTÉRIO


Aileda de Mattos Oliveira (*)
em 15/3/2016

Sabemos que o PT é uma organização criminosa, assim considerada e citada, inúmeras vezes, pelos raros políticos independentes e autoridades de diferentes instituições.

Sabemos, também, que a linha tortuosa de conduta de seus membros é ditada pelos mais velhacos padrões de torpeza. Como poderia, então, seu principal fundador e figura de proa da corrupta agremiação ser uma alma cândida e de comportamento ilibado?

O bastardo ‘brasileiro’ segue o padrão de conduta que, segundo suas próprias palavras em antigas entrevistas, já lhe era habitual. Pelo que disse, entende-se que a rapina faz parte da cadeia existencial dos mais espertos, à custa do trabalho alheio, forma de sobrevivência que exige astúcia na conversa capenga de analfabeto, mas finório.

Falar em trabalho, em produzir em benefício da sociedade e de si próprio é inimaginável para quem nasceu, cresceu e envelheceu na vigarice, na tramoia, na estratégia de enganar e usar a confiança do outro para sair vitorioso nas suas trapaças.

Se estamos falando de um líder do partido instituidor do “politicamente correto”, jamais podemos manter o raciocínio tradicional para explicar as ações saídas das entranhas do pensamento supurado de uma organização que somente subiu ao poder para dilapidar a economia do Estado e destruir o conceito de unidade, seja familiar, educacional, social, territorial.

Sendo um grupamento ideologicamente infecto, jamais governaria em favor do povo e do país. Para esses dois alvos da peçonha da víbora, a criminosa agremiação tem outros planos nos quais são a perda da qualidade de vida do povo pela insuportável geração de impostos e a eliminação do país como nação soberana. A escravização da mente e da vontade é a consequência imediata.

Surgiria um novo déspota, incensado pela parte negativa da população, tão desocupada quanto desocupado sempre foi o falso ídolo, o bezerro de lata dos sem-cérebros.

Quem não pratica delito, não se desvia de um policial na rua. Quem nada tem a temer, não acelera numa ‘blitz’. Quem é honesto não se nega a prestar esclarecimentos a qualquer que seja a entidade policial, nem utiliza o estratagema do deboche para espantar os fantasmas do medo da prisão, imagem, agora, companheira.

Lula declarou-se culpado. A estratégia de defesa fecundada na linguagem bárbara do menosprezo à instituição policial federal que o conduziu sob vara, já que se negara a ir por moto próprio em anteriores ocasiões, está repleto de vulgaridades, de acordo com a sua essência chula. O deboche e a tentativa de desmoralização das instituições são a norma de conduta de uma criatura ainda em fase de primária evolução.

A população consciente, ordeira, que a cada manifestação se agiganta, não quer que o usurpador do acervo do Palácio do Alvorada, portanto, da nação; o incriminado em tantas delações dos seus antigos amigos e companheiros, ocupe qualquer ministério, qualquer secretaria, qualquer desvão de escada no governo da inveterada guerrilheira Dilma.

A população, desperta, espera, cada dia mais ansiosa, que o espertalhão de Garanhuns, de vários codinomes, que passou a perna em muitos de seus próprios eleitores, seja efetivamente levado, não a uma das propriedades gentilmente presenteadas por seus amigos, mas a um quadrado gradeado que nos proteja de sua ganância, de sua soberba, de seus rompantes etílicos, a fim de que o Brasil possa retomar o crescimento com a união de todos os verdadeiros brasileiros e recuperar os anos de atraso em que a gentalha maldita o colocou.

Ocupar um ministério, quando se diz inocente, é confessar os ilícitos, é condenar-se ao convívio daqueles que o apontaram como o ás de ouro na complexa teia das propinas.

Temos uma frágil Constituição. Ninguém a cumpre. É uma Constituição ‘jeitosa’, adapta-se a qualquer circunstância em benefício dos políticos. Há muito, foram arrancadas as páginas dos Deveres. Só se cumprem os Direitos. Dilma já fez dela o que quis e Lula, um simples “ex”, continua fazendo, agregado vitalício do Planalto, em que se tornou.

O Brasil, neste momento, mais parece um mafuá de malandragem, uma quermesse de sordidez, um bazar de sem-vergonhice, em que a promiscuidade política dá as cartas e afunda o país.

E há quem persevere, insista, na tal “estabilidade”.


(*) Dr.ª em Língua Portuguesa. Vice-Presidente da Academia Brasileira de Defesa