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quarta-feira, 4 de abril de 2018

Isto já foi - ou é - uma notícia

Hoje é 04 de Abril de 2018. Além de ser lembrada como data em que o ganhador do Nobel da Paz, Matin Luther King, foi assassinado há 50 anos, hoje poderá ser conhecida como uma data marcante para o Brasil, com a votação do STF em relação há mais um casuísmo desta vez "julgando" sobre a prisão depois da 2a instância.
Sem dúvida está sendo preparado, por um longo tempo (creio que desde a CF de 1988) um golpe de estado, transformado de vez nossa sociedade em mais uma republiqueta "social democrata"...
Com o retorno da chamada "Nova República" nos anos 1980, vivemos uma ânsia absurda sobre a necessidade de liberdades sociais. Todas clamadas por muitas correntes, normalmente de esquerda, que se multiplicaram, já que nunca conseguiram chegar a um consenso...
Os governos que foram sendo instalados passaram a aparelhar o Estado para que suas ideias prevalecessem. 
Abaixo um dos passos dessa caminhada e que vem sendo protagonizada pelo Judiciário, principalmente.
Inquéritos em curso sob responsabilidade da PF mostram sofisticação dos esquemas para acobertar recursos desviados da administração pública, o que envolve novas rotas de depósitos dos valores, profissionais especializados e alta tecnologia

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

FOI DECRETADO O “HOLOCAUSTO ECONÔMICO BRASILEIRO” E PRATICAMENTE NINGUÉM FICOU SABENDO


Decisão é uma derrota para a Petrobrás, que está sendo processada nos EUA

Hoje é um dia emblemático para o Brasil, um dia triste e que vai passar em branco para a população para não criar pânico. Acontece que a corte dos EUA autorizou a abertura de processos grupais contra a Petrobras, que arruinou fundos de pensões americanos devido à quebra da empresa pela corrupção e má administração. Os americanos estimam que a corrupção no Brasil gerou um rombo de US$ 28 bilhões o que em reais atinge perto R$ 130 bilhões, alegam também que os balanços foram mentirosos e fraudulentos.

Além da corrupção, a má gestão condenou a Petrobras à um atoleiro de dívidas que chegam a R$ 600 bilhões. Com os processos autorizados hoje e as dividas, as indenizações e ressarcimentos podem chegar na casa astronômica dos R$ 1,5 trilhão. Isso vai trazer ainda mais recessão e crise para o Brasil e mais uma vez quem vai pagar será a população, porque para quitar o rombo da Petrobras, o governo terá que aumentar a arrecadação, penalizando ainda mais quem produz e extorquindo ainda mais dinheiro do trabalhador, gerando um empobrecimento para o país que vai repercutir em todos os ramos da economia e da cadeia produtiva. Até quando vamos tolerar isso?

O juiz dos Estados Unidos responsável pelas ações judiciais da Petrobrás em Nova York, Jed Rakoff, negou pedido da empresa brasileira e vai permitir que investidores que aplicaram em bônus e em ações da empresa brasileira processem a petroleira em grupo.

Ao publicar a decisão, de 49 páginas na noite desta terça-feira, Rakoff negou o pedido da Petrobrás, que queria impedir a formação de classes em seu processo, em uma tentativa de minimizar o tamanho do litígio em Nova York, reduzindo assim o montante de uma eventual indenização a ser paga aos investidores. A empresa queria ainda limitar o período coberto pela ação judicial, também negado pelo juiz.

Rakoff certificou duas categorias diferentes de investidores, os que compraram bônus de renda fixa em duas ofertas da Petrobrás no mercado internacional, em 2013 e 2014, e os que adquiriram American Depositary Receipts (ADRs, na sigla em inglês), que são recibos que representam ações da Petrobrás e listados na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE).

Os fundos de pensão do Havaí e da Carolina do Norte vão ser os representantes na Corte dos investidores que compraram bônus e o fundo de pensão inglês Universities Superannuation Scheme (USS) dos que aplicaram em ADRs. O escritório de advocacia Pomerantz será o responsável legal pelas duas classes. "Os interesses de classes estão alinhados e a mesma má conduta da empresa é alegada nas duas demandas", afirma o juiz.

A alegação dos investidores é que a Petrobrás descumpriu regras do mercado de capitais dos EUA ao não divulgar corretamente informações sobre o esquema de corrupção na empresa. Quando as informações se tornaram públicas e passaram a ser investigadas pela Operação Lava Jato, os papéis da companhia tiveram forte queda no Brasil e no exterior.

Ao pedir que o juiz impedisse a formação de classes, a Petrobrás alegou que um grande número de investidores individuais "sofisticados" entrou na corte com processos próprios, uma das razões que não justificaria as ações coletivas. O juiz concordou com a primeira parte do argumento, pois 28 processos individuais deram entrada na Corte em 2014, mas vê a necessidade de que haja a ação coletiva, pois os papéis da Petrobrás são negociados por milhões de investidores ao redor do mundo.

"Foi uma vitória significativa a decisão publicada pelo juiz", afirmou o advogado do Pomerantz, Jeremy Lieberman, em um comunicado. "A fraude conduzida pela Petrobrás durante o período da ação coletiva tem retirado bilhões de dólares em valor para o acionista, bem como prejudicado a estrutura política e econômica do Brasil, uma das maiores economias do mundo", completa o advogado.

Prazo. O período da ação para quem comprou ADR foi aumentado em quatro meses. No processo inicial, era de janeiro de 2010 a março de 2015, mas agora vai até julho do ano passado. A Petrobrás queria que o período terminasse em março, alegando que quem comprou papéis da companhia depois daquele mês já sabia das denúncias de corrupção e, portanto, não faria sentido incluir na ação judicial.

Já os advogados dos investidores alegam que a empresa brasileira publicou mais "informações falsas e enganosas" depois de março, sobretudo no balanço auditado divulgado em abril e no qual estimou perdas de US$ 2,5 bilhões com as denúncias de corrupção.

Os investidores questionam esse valor e afirmam que as perdas ficaram em US$ 28 bilhões. "A decisão de Rakoff representa um marco significativo nos esforços dos investidores para recuperar uma parte significativa das perdas sem precedentes sofridas pelos requerentes", afirma Lieberman.

Via: Estadão

sexta-feira, 31 de maio de 2013

a industrialização do dinheiro ilegal no brasil

é como diz a música:


'a coisa tá feia...
a coisa tá preta...
quem não for filho de deus
está de braço com o capeta..."

o senador álvaro dias faz, novamente, uma denúncia que vem sendo apresentada aos demais senadores e a todos os brasileiros, há uma década...

essa questão dos ganhadores dos jogos de loteria serem, por alguma obra divina ou da natureza, sempre os mesmos... há aqueles que ganham vários prêmios no mesmo dia, em cidades diferentes...

sem dúvida um milagre. milagre conseguido pela corrupção e pelo total abuso praticado pelos agentes do governo

vejam o vídeo:


em minha opinião a prática de gerar caixa dois e lavagem de dinheiro são práticas criminosas, com efeitos maléficos difusos sobre os cidadãos em geral.

desde a interrupção da escandalosa e criminosa prática do 'mensalão' pessoas ligadas ao governo vem praticando ações com o objetivo de roubar dinheiro público e dinheiro das pessoas em geral.

é uma forma criminosa que está sendo deixada de lado, como se não acontecesse. nem senadores, nem deputados, nem ministério público, nem qualquer autoridade ou cidadão, tem se dado ao trabalho de pensar nesse assunto. quanto mais combatê-lo.

a pegunta que tenho feito é: para que tanto dinheiro? o que pretendem com essa fortuna que vem sendo roubada e acumulada pelos agentes ligados ao governo?

falo de outras coisas, além dessa merreca da loteria denunciada pelo senador. falo, dentre outros, dos seguintes 'escândalos' que abalaram, por poucos (pouquíssimos melhor dizendo) dias a opinião popular:

  • banco panamericano
  • banco espírito santo
  • petrobras e suas negociatas com enormes perdas
  • etc.


só uma resposta consegui até agora: esse dinheiro servirá para comprar os votos necessários para as próximas eleições para governador.

tá tudo dominado... é... a coisa tá feia... a coisa tá preta...