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segunda-feira, 10 de junho de 2013
Cientistas criam ‘manto de invisibilidade do tempo’ nos EUA
é tempo de concretização dos sonhos imaginados em filmes e histórias de ficção científica?
certamente que vivemos um momento especial da história desta humanidade. onde as descobertas e inovações são cada vez maiores, seguindo, ao que parece, uma sequência de fatos numa progressão geométrica incrível...
os cientistas garantem que há uma série de aplicações práticas com esta descoberto. sem ser cientísta também partilho da mesma expectativa.
é de tempos (olha a palavrinha aqui) imemoriais as questões sobre "o que é tempo?". ele é físico? é uma ficção? é curvo no espaço???
tirem suas próprias conclusões no link: Cientistas criam ‘manto de invisibilidade do tempo’ nos EUA
sexta-feira, 31 de maio de 2013
uma inovação ao alcance de muitos
pode ser que você nem considere que isso é uma inovação, já que sua prática já ocorre há alguns anos.
de qualquer forma a adoção dessa prática, que é recente, a transofrma numa inovação, de fato.
estou falando da geração de energia limpa, por meio de instalações em residências, prédios de apartamentos ou pequenas indústrias.
um breve parenteses: já são anunciados em jornais a chamada Virada Sustentável, que promete apresentar muitas atrações e tem importância na formação de consciência ecológica e de sustentabilidade. um início que pode começar a fazer a roda girar; a roda da inércia à qual estamos nos acostumando…
seria muito importante que as famílias participassem e conversassem sobre essas questões…
de volta ao tema do post: este é um país que vai ‘prá’ frente?
acredito que sim! especialmente se depender da vontade da grande maioria de pessoas. já estamos com uma tecnologia que permite a instalação de placas que irão proporcionar a geração de energia limpa! é fantástico!
veja a política do governo sobre esse tema: Haverá desconto na conta de luz para as residências com painel de energia solar.
temos de abstrair, entretanto, a prática adotada pelos agentes do governo sobre esse assunto. sua normas parecem querer punir quem se dispõe a investir nesse tipo de geração. coisa que deveria ser feita pelo Estado e, nesse caso, abrir um programa específico de financiamento a quem se dispusesse a promover a geração desse tipo de energia…
ainda chegaremos ao futuro…
de qualquer forma a adoção dessa prática, que é recente, a transofrma numa inovação, de fato.
estou falando da geração de energia limpa, por meio de instalações em residências, prédios de apartamentos ou pequenas indústrias.
um breve parenteses: já são anunciados em jornais a chamada Virada Sustentável, que promete apresentar muitas atrações e tem importância na formação de consciência ecológica e de sustentabilidade. um início que pode começar a fazer a roda girar; a roda da inércia à qual estamos nos acostumando…
seria muito importante que as famílias participassem e conversassem sobre essas questões…
de volta ao tema do post: este é um país que vai ‘prá’ frente?
acredito que sim! especialmente se depender da vontade da grande maioria de pessoas. já estamos com uma tecnologia que permite a instalação de placas que irão proporcionar a geração de energia limpa! é fantástico!
veja a política do governo sobre esse tema: Haverá desconto na conta de luz para as residências com painel de energia solar.
temos de abstrair, entretanto, a prática adotada pelos agentes do governo sobre esse assunto. sua normas parecem querer punir quem se dispõe a investir nesse tipo de geração. coisa que deveria ser feita pelo Estado e, nesse caso, abrir um programa específico de financiamento a quem se dispusesse a promover a geração desse tipo de energia…
ainda chegaremos ao futuro…
quinta-feira, 18 de abril de 2013
os economistas e seus alardes
depois de desistir de fazer a faculdade de medicina fiquei meio perdido... por sugestão de amigos que também cursavam o científico optei por fazer um vestibular para a área da economia. afinal a profissão estava em alta no final da década de 60.
costumavam dizer que o caos inicial do universo era criação dos economistas...
passados mais de 40 anos, nada mudou. os economistas continuam causando o caos...
carlos geraldo langoni faz uma análise sobre: 'o dilema inflacionário', comparando uma série de dados e, claro, apresentando severas críticas à área econômica do governo e apontando o seguinte...
claro que a política adotada pelo governo desde 2008 tinha pequeno folego... não é possível crescer somente com base em estratégias que aumentam o poder de consumo das classes 'c' e 'd' oferecendo-lhes empréstimos em prazos absurdos, mesmo para os bens duráveis...
quando o pib aponta o aumento do setor de serviços, na realidade ele está indicando que os agentes financeiros estão ganhando mais, forçando a elevação do pib, sem que isso signifique, necessariamente, desenvolvimento.
outro erro que os governos cometem, invariavelmente, é 'apostar no crescimento...'
o que cresce, em qualquer organismo, além do desenvolvimento natural, consistente e sustentável, é desastroso. nos organismos vivos esse crescimento é conhecido como 'câncer'...
o país tem um enorme potencial, que os economistas teimam em não considerar. somos um país com grande vocação para geração de riqueza real, baseada na agricultura e na pecuária, além das áreas extrativistas (que são danosa ao país, no médio e longo prazo).
essas riquezas são proporcionadas pela riqueza que o sol e a abundância de água ao nosso dispor. e não aproveitamos...
pense nisso
costumavam dizer que o caos inicial do universo era criação dos economistas...
passados mais de 40 anos, nada mudou. os economistas continuam causando o caos...
carlos geraldo langoni faz uma análise sobre: 'o dilema inflacionário', comparando uma série de dados e, claro, apresentando severas críticas à área econômica do governo e apontando o seguinte...
Diagnóstico:
Ficam expostos erros na estratégia governamental que baseou-se em um cenário equivocado de novo mergulho recessivo da economia mundial com impacto deflacionário.
Essa foi a justificativa para cortes agressivos e preventivos na taxa básica de juros a partir de julho de 2011. O que ocorreu, durante algum tempo, foi descompressão localizada apenas dos preços no atacado.
Os preços ao consumidor, entretanto, mantiveram-se oscilando em patamar elevado - em torno de 6%.
O Governo perdeu a batalha das expectativas quando o BC sinalizou que o foco de sua atuação era crescimento e não mais a meta de inflação: desconstruiu-se a arquitetura macro consistente já abalada pelo abandono do câmbio flutuante e menor rigor na condução da política fiscal.
Investimento:Por outro lado, os instrumentos para estimular a economia continuavam concentrados no consumo.
- Os investimentos foram afetados pela onda de incerteza externa e pelo viés ideológico que dificultou a abertura de espaço para a empresa privada em setores-chave de infraestrutura, mesmo reconhecendo as limitações gerenciais do setor público.
- A demora em retomar as licitações no setor de petróleo e gás é um exemplo contundente.
- Em outras áreas, como setor elétrico, aeroportos, rodovias e ferrovias, a ênfase em reduzir tarifas acabou limitando de forma irrealista as taxas de retorno.
Em resumo, parece estar suficientemente claro de que as pressões inflacionárias são crônicas e não podem ser combatidas por ações pontuais.
- À medida em que a crise internacional ia se dissipando, intervenções do Governo em setores - chave - como portos - realimentou incertezas, impactando negativamente decisões de investimento.
A autonomia do Banco Central – destacada como vital pelo FMI para consolidar a estabilidade - está em xeque assim como sua credibilidade: não há mais justificativas para postergar o aperto monetário.
O impacto sobre o crescimento deverá ser limitado e transitório. O IBC-Br do Banco Central – indicador antecedente da atividade - aponta para moderada contração (-0,52%) em fevereiro.
É a confirmação de que, mesmo com juros artificialmente baixos, o PIB deverá avançar gradualmente este ano. De acordo com mesmo indicador, a evolução do PIB nos últimos 12 meses terminando em fevereiro é de 0,83%.
O novo ciclo de elevação da SELIC é fundamental para quebrar a rigidez das expectativas inflacionárias, abrindo espaço para um comportamento mais favorável da inflação no próximo ano.
O abandono da fórmula heterodoxa irá gerar custos políticos: a aposta de que viabilizaria saltos no crescimento potencial foi totalmente frustrada.
De qualquer forma, esse ônus inevitável é bem menor do que o impacto regressivo da aceleração dos preços. A inflação de baixa renda (1 a 2,5 salários mínimos) já flutua na faixa de 7,15% ao ano, podendo interromper o círculo virtuoso da mobilidade social - principal ativo do Governo na corrida eleitoral do próximo ano.
claro que a política adotada pelo governo desde 2008 tinha pequeno folego... não é possível crescer somente com base em estratégias que aumentam o poder de consumo das classes 'c' e 'd' oferecendo-lhes empréstimos em prazos absurdos, mesmo para os bens duráveis...
quando o pib aponta o aumento do setor de serviços, na realidade ele está indicando que os agentes financeiros estão ganhando mais, forçando a elevação do pib, sem que isso signifique, necessariamente, desenvolvimento.
outro erro que os governos cometem, invariavelmente, é 'apostar no crescimento...'
o que cresce, em qualquer organismo, além do desenvolvimento natural, consistente e sustentável, é desastroso. nos organismos vivos esse crescimento é conhecido como 'câncer'...
o país tem um enorme potencial, que os economistas teimam em não considerar. somos um país com grande vocação para geração de riqueza real, baseada na agricultura e na pecuária, além das áreas extrativistas (que são danosa ao país, no médio e longo prazo).
essas riquezas são proporcionadas pela riqueza que o sol e a abundância de água ao nosso dispor. e não aproveitamos...
pense nisso
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